A Brincadeira de Milan Kundera

Autor de “A Insustentável Leveza do Ser”, “Risíveis Amores”, e minha última leitura: “A Brincadeira”, o tcheco Milan Kundera é minha nova obsessão.

“Quando meus companheiros julgaram que meu comportamento e meus sorrisos cheiravam a intelectualidade (outro termo pejorativo célebre da época), consegui afinal acreditar neles, incapaz que era de imaginar (estava acima da minha audácia) que todos os outros estivessem errados, que a própria Revolução, o espírito da época, pudesse se enganar, e eu, indivíduo, pudesse ter razão.”

“Fala-se muito de amor à primeira vista; sei muito bem que o amor tem tendência a engendrar sua própria lenda, a mitificar seus começos; por isso, não ouso afirmar que se tratava aqui de um amor tão rápido.”

Dois dos meus trechos favoritos da narrativa. E, convenientemente, sínteses dos dois principais temas do livro.

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Uma resposta to “A Brincadeira de Milan Kundera”

  1. Lucius Says:

    A insustentável leveza do Ser é ao certo um dos melhores e mais intrigantes livros que já li. Depois de tua dica, procurarei ler A Brincadeira.

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